Os bastidores de uma interceptação aérea

Operação BOLBRA II. O CODA (Centro de Operações de Defesa Aérea) do Brasil recebe a informação da Defesa Aérea da Bolívia de que há um tráfego desconhecido ingressando no espaço aéreo brasileiro próximo à cidade de Corumbá.
Imediatamente esta informação é repassada ao COPM 2 (Centro de Operações Militares do CINDACTA 2), que determina a decolagem imediata de uma aeronave em alerta de Defesa Aérea.
O piloto de caça recebe todas as orientações para interceptar o tráfego desconhecido, identificando-o e escoltando-o até um aeroporto onde deverá esclarecer as autoridades sobre as razões que o levaram a voar sem autorização nem conhecimento dos órgãos de controle.
Esse acontecimento faz parte da rotina do CODA e dos controladores de voo dos COPM’s, que trabalham diuturnamente para que o céu brasileiro esteja sempre livre de traficantes ou contrabandistas.
Durante o Exercício BOLBRA II, dois pilotos de caça e dois controladores de voo bolivianos permanecem em Campo Grande, observando a sistemática das operações de Defesa Aérea brasileiras.
O COPM BOLBRA foi montado provisoriamente nas dependências do DTCEA Campo Grande. O Maj Edmar Ferreira da Silva, do 1º Grupo de Comunicações e Controle, afirma que “a forma com que instruímos os bolivianos é fundamental para o desenvolvimento de uma doutrina comum nos procedimentos de transferência de tráfegos ilícitos ou desconhecidos".
Interceptações na Fronteira Bolívia Brasil - Exercício BOLBRA 2
Assista ao vídeo da Operação BOLBRA 2
Coordenador da BOLBRA em Campo Grande explica os objetivos do Exercício
Veja o vídeo explicativo sobre a Operação BOLBRA, em entrevista concedida pelo Ten Cel Av Pontes, do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), coordenador das operações em Campo Grande-MS.



















